|

1. Bengo 7. Kuanza-Sul 13. Lunda-Sul 2. Benguela 8. Cunene 14. Malange 3. Bié 9. Huambo 15. Moxico 4. Cabinda 10. Huíla 16. Namibe 5. Cuando-Cubango 11. Luanda 17. Uíge 6. Kwanza-Norte 12. Lunda-Norte 18. Zaire |
|
 Segundo a Bíblia, o patriarca Noé teve três filhos: Sem, Cam e Jafet. De Sem procederiam os povos semitas, de Cam os camitas e Jafet os indo-europeus. Na actualidade, quando falamos de semitas, camitas e indo-europeus referimo-nos a locutores de três grandes famílias linguísticas. |
|
Ler mais...
|
|
|
Um breve olhar sobre os provérbios angolanos,
a partir de recolhas efectuadas entre os séculos XIX e XX.
|
|
Ler mais...
|
|
 A arte da máscara azul de Angola, como a maioria da arte africana, as máscaras de madeira e as esculturas não são criações meramente estéticas. Elas têm um papel importante em rituais culturais, representando a vida e a morte, a passagem da infância à vida adulta, a celebração de uma nova colheita e o começo da estação da caça. |
|
Ler mais...
|
|
 O início da produção cinematográfica em Angola tem como base a atracção pelo "exotismo" das paisagens, povos, costumes e culturas locais, bem como o registo do crescimento e desenvolvimento do império colonial português em África.
|
|
Ler mais...
|
|
|
O investimento é uma das variáveis macroeconómicas mais importantes para a apreciação do desempenho de qualquer economia. Os dados estatísticos que constam do quadro seguinte não integram informações sobre a expressão e o comportamento do investimento privado nacional, por inexistência de recolhas numéricas sistemáticas.
Verifica-se que o investimento directo estrangeiro – sobretudo petróleo e ultimamente também diamantes – se comportou, durante o período, de um modo muito dinâmico, com taxas de crescimento médio muito significativas, quer para o investimento bruto quanto para o investimento líquido. Constata-se, ainda, que o peso do investimento directo estrangeiro no PIB foi de 10,5% em termos líquidos e de 17,2% em valores brutos, em média no período.
Por outro lado, a participação das despesas de capital do Estado na dinamização da economia nacional tem sido muito tímida, não tendo representado a sua contribuição para a formação interna de capital mais do que 3,6% em média no período em análise. Este concurso modesto da actividade do Estado em matéria de criação das condições básicas indispensáveis para a reconstrução económica é, do mesmo modo, validada por duas taxas médias de crescimento: a evolução das despesas de capital nem sequer chegou a 1% ao longo do período e o respectivo rácio em relação ao PIB foi negativo (6,7%).
Comportamento dos investimentos (milhões de dólares correntes)  |
|
Ler mais...
|
|
|
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 | Seguinte > Final >>
|
| Resultados 1 - 6 de 517 |