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Angola - Saúde
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Mapa da Saúde
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ImageA situação do sector da saúde no período pode ser caracterizada pela falta e degradação das infra-estruturas, nomeadamente hospitais, centros e postos de saúde, falta de pessoal técnico e auxiliar em quantidade e qualidade requeridas e não oportuno aprovisionamento das unidades de saúde em materiais.

Não obstante o conjunto de factores referidos, o saneamento básico, bem como os problemas inerentes à falta de abastecimento de água potável às populações e a ausência da livre circulação de pessoas e bens, fizeram aumentar o número de casos de endemias correntes, nomeadamente, malária, tuberculose, lepra e schistosomíase e o ressurgimento de novos casos de tripanossomíase.

Consciente das consequências da situação para o desenvolvimento do país, e com o objectivo de minimizar os efeitos daí decorrentes, o Governo concebeu e está a implementar um conjunto de programas específicos, nomeadamente: Programa de Saúde Materno, Programa de Saúde Infantil, Programa SIDA/DST, Programa de Doenças Transmissíveis e Programa de Cobertura Sanitária.

Indicadores de Saúde - 2004

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Para além do accionamento de determinados mecanismos de intervenção tendentes a colmatar as deficiências observadas, foram igualmente tomadas medidas de ordem administrativa, de entre as quais se destaca a autonomização no que concerne à gestão dos recursos financeiros de considerável parte dos hospitais com o fito de se encontrarem soluções rápidas para os problemas que tenham que enfrentar.

Intervenções no domínio das águas e do saneamento básico têm predominado nos programas de desenvolvimento provincial.

Os indicadores inseridos acima, em particular as taxas de natalidade e de mortalidade, confirmam plenamente as tendências de crescimento demográfico referidas no capítulo 2, que resultam do efeito combinado das elevadas taxas de fertilidade e da regressão nas taxas de mortalidade.

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A análise sobre os indicadores sanitários seguintes evidencia que os partos tenderam a crescer com dinamismo a avaliar pela média alcançada, cerca de 6%, sendo em 1999, 3,5% e durante o 1º semestre de 2000, 10%. Relativamente às mortes obstétricas, a tendência registou fortes incrementos reflectida através da média verificada que atingiu cerca de 104%.

A taxa de mortalidade materna e a proporção de óbitos de crianças de 0-4 anos justificam plenamente a implementação do Programa de Saúde Infantil e o Programa de Saúde Materno.

Evolução dos indicadores Sanitários
       
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